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Maíra

"Cada uma sabe a dor e a delícia de ser o que é."
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10月5日

Quatro velas

"Quatro velas estavam queimando calmamente.O ambiente estava tão silencioso
que podia-se ouvir o diálogo que travavam.
A primeira disse :
-Eu sou a Paz! Apesar de minha luz, as pessoas não conseguem manter-me.Acho
que vou apagar. E, diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda disse:
-Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem
saber de Deus.Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um
vento levemente bateu sobre ela , e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
-Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de
lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que
lhes amam. E, sem esperar apagou-se.
De repente, entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
-Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isto,
começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
-Não tenhas medo, criança, enquanto eu queimar podemos acender as outras
velas. Eu sou a Esperança!
A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu todas
as outras"

QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE NÓS!

A BORBOLETA AZUL


    Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
    As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder,
outras não.

    Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas
passarem
férias com um sábio que morava no alto de uma colina.

    O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

    Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que
ele
não saberia responder.
    Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para
pregar uma peça no sábio.

    - O que você vai fazer? - perguntou a irmã?
    - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva
ou
morta.
    - Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la
voar.
    - Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.

    E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

    As duas meninas foram, então ao encontro do sábio, que estava meditando.

    - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

    - Calmante o sábio sorriu e respondeu:

    - Depende de você. Ela está em suas mãos.

    ****************************************************************

    " ASSIM É A NOSSA VIDA, O NOSSO PRESENTE E O NOSSO FUTURO.
    NÃO DEVEMOS CULPAR NINGUÉM QUANDO ALGO DÁ ERRADO.
    SOMOS NÓS OS RESPONSÁVEIS POR AQUILO QUE CONQUISTAMOS
    (OU NÃO CONQUISTAMOS).
    NOSSA VIDA ESTÁ EM NOSSAS MÃOS, COMO A BORBOLETA.
    CABE A NÓS ESCOLHER O QUE FAZER COM ELA"

NEURÓBICA


Trocar de mão para escovar os dentes é bom para o cérebro. O simples gesto
de trocar de mão para lavar os dentes, contrariando a rotina e obrigando à
estimulação do cérebro, é uma nova técnica para melhorar a concentração,
treinando a criatividade e inteligência, é um exercício de NEURÓBICA.
Uma descoberta dentro da Neurociência, vem revelar que o cérebro mantém a
capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas onexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam
que a NEURÓBICA, a "aeróbica dos neurônios", é uma
nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e
saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em
seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que,
apesar de t erem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um
efeito perverso: limitam o cérebro..
Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios
"cerebrais" que fazem as pessoas pensarem somente no que estão
fazendo, concentrando-se na tarefa.
O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas,
obrigando o cérebro a um trabalho adicional.
Tente fazer um teste:
- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- vista-se de olhos fechados;
- ande pela casa de trás para frente;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho;
- converse com o vizinho que nunca dá bom dia...
A proposta é mudar o comportamento rotineiro.
Tente, invente, faça alguma coisa diferente e estimule o seu  cérebro. Vale
a pena tentar!

Dia de faxina

Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar alguns pensamentos indesejados fora
Lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados...
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões...
Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei...
Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li...
Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas
E as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.

Fiquei sem paciência!
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...
Mas, lá também havia outras coisas... e belas!
Um passarinho cantando na minha janela
Aquela lua cor de prata, o pôr-do-sol...

Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças...
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante:
O amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos...

Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as a mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar!

A história do porco e do cavalo!

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.
Um dia, ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois, o cavalo adoeceu, prontamente, ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose. É preciso tomar este medicamento durante três dias. No terceiro dia, eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
O porco, que estava nas proximidades, escutara toda a conversa.
No dia seguinte, logo após o medicamento haver sido ministrado no cavalo, o porco se aproximou e disse:
- Força, amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!
No segundo dia, deram novamente o medicamento e saíram.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá, amigão! Levanta, senão você vai morrer! Vamos lá! Eu te ajudo a levantar... upa! Um, dois, três. Nada.
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, se ele não se recuperar até amanhã, vamos ter que sacrificá-lo, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca. Levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos! Um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu, campeão!
Então, de repente, o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa! Vamos matar o porco!

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.
Saber viver e ser reconhecido é uma arte.

Autoria de Antônio Moraes.
 

Maira

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